
“TER UM DESTINO É NÃO CABER NO BERÇO ONDE O CORPO NASCEU. É TRANSPOR AS FRONTEIRAS UMA A UMA E MORRER SEM NENHUMA”
Miguel Torga
Reflectir e partilhar conhecimentos e opiniões sobre temas relacionados com Política, Literatura, Cinema, Música, Desporto, Viagens.
Participação cívica do quotidiano mundano e institucional.
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Fonte da Imagem: Cortesia Susana Cipriano
CASA DUCAL DE BRAGANÇA – MEMORIAL HISTÓRICO
O Ducado de Bragança encontra raízes numa época em que o rei D. João I e o condestável D. Nuno Álvares Pereira sustentaram a independência portuguesa face a Castela, após vitória na batalha de Aljubarrota, travada em 14 de agosto de 1385.
Comprometidos na guerra, a dupla genial firmou também laços familiares em tempos de paz. Assim, a 1 de novembro de 1401, o infante D. Afonso, filho primogénito (ilegítimo) do rei, e D. Beatriz Pereira de Alvim, filha única do condestável, unem-se em matrimónio. Deste enlace se constituiria formalmente a Casa de Bragança, em 1442.
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Fonte da Imagem: Abílio Lousada
AS LINHAS DE TORRES, A PROBLEMÁTICA EUROPEIA E A QUESTÃO DOS REFUGIADOS
Abordagem do tema é tripartida e feita numa base de complementaridade assente num fio condutor analítico de e para as Linhas de Torres, passando pelos modelos de construção europeia, ao longo do tempo histórico, e a problemática dos «Refugiados do Mediterrâneo».
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Fonte da Imagem: ComUM
PADRE ANTÓNIO VIEIRA
Missionário – Humanista – Diplomata – Visionário – Pregador – Escritor.
É um dos grandes vultos da literatura portuguesa, pelo brilho dos seus sermões, pela riqueza da linguagem e pela genialidade das suas teses. Começou por ser missionário no Brasil, para onde partiu ainda criança, entrando para a Companhia de Jesus. O seu apostolado incidiu, sobretudo, na reforma dos costumes e na defesa e promoção social dos índios, posição que manteve sempre. Mais tarde, em Portugal, juntou-lhe o apoio aos cristãos-novos (judeus). Estas posturas actuantes, bem como o profetismo dos seus sermões e escritos, moveram contra ele os interessados na exploração dos indígenas brasileiros (Brasil) e o Santo Ofício (Lisboa), que o acusou de heterodoxia e judaísmo.
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Fonte da Imagem: Gradiva
ÚLTIMO SEGREDO! QUE SEGREDO(S)? COMENTÁRIO CRÍTICO
O presente texto, simbolicamente em 33 páginas, aborda o livro O Último Segredo [Gradiva, 2011], da autoria de José Rodrigues dos Santos, comentando o ‘estrondo’ das ‘revelações ocultas!?’.
Jesus de Nazaré existiu realmente? Jesus Cristo ressuscitou dos mortos? A Bíblia é uma «biblioteca» sagrada e devidamente organizada? Os Apóstolos foram testemunhas presenciais de acontecimentos extraordinários que divulgaram de boa-fé e com fé? A Igreja é uma instituição de bem? Ou tudo não passa, afinal, do seu contrário! Ou é o Romance um embuste?
Fonte da Imagem: Abílio Lousada
SEXTA-FEIRA 13 – FOBIA E EXPLICAÇÃO HISTÓRICA!
No calendário, a Sexta-feira 13 ocorre sempre que o dia 1 de um mês calha num Domingo – acontece duas a três vezes por ano. É tido como dia de azar para quem é dado a coisas de superstição e fobia e tem a ‘simples’ designação de parasquavedequatriafobia.
Porquê? É disso que dá conta este texto, ao nível do negativismo do N.º 13, do simbolismo oculto da Sexta-feira e da histórica data de Sexta-feira 13 de Outubro de 1307!
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Fonte da Imagem: Abílio Lousada
JACINTO CORREIA E A SUBVERSÃO POPULAR DE 1808
“Se todos os Portugueses fossem como eu, não ficaria um francês vivo”.
Na 1.ª Invasão Francesa (1807-1808), a resistência foi, sobretudo, popular, resistência que tornou a presença de Junot na «Lusitânia» um tormento.
Sem o envolvimento arreigado, apaixonado e patriótico dos camponeses de Portugal em geral, e de homens do povo como o jornaleiro mafrense Jacinto Correia, em particular, nada do que se alcançou teria sido possível.
Fonte da Imagem: 12 TOURS
N’OS LUSÍADAS … D. AFONSO IV E A BATALHA DO SALADO
No Cinquentenário do nascimento do poeta Luís Vaz de Camões …
Tendo como pano de fundo Os Lusíadas, de Luís de Camões, objeto de estudo a Batalha do Salado e por protagonista o rei D. Afonso IV, o texto organiza-se em quatro partes: contextualização do século XVI no âmbito da dinâmica imperial portuguesa a Oriente; Dedicatória n’Os Lusíadas a D. Sebastião e a subjacente ideia de um renascimento da grandiosidade lusitana no Norte de África; a partir da narrativa de Camões, causas e as motivações do envolvimento de D. Afonso IV nas guerras entre Castela e Granada; Desenvolvimento histórico da Batalha do Salado.
Fonte da Imagem: Swissinfo
Em Tempos de Pandemia da Covid-19
‘PENSAMENTOS’ SOBRE O CORONAVÍRUS!
De Salomão a Eduardo Lourenço, de Confúcio a Mário Soares, de Aristóteles a Einstein, de Átila a Otelo, de Marco Polo a Freud, de Luís de Camões a Napoleão, de Santo Agostinho a Gandhi, entre dezenas de personalidades históricas e contemporâneas, adaptámos frases ‘inventadas’ aos seus pensamentos ou conduta!
Pura diversão, reflexão e partilha.
Fonte da Imagem: Museu e Monumentos
D. DINIS E A CRIAÇÃO DA ORDEM DE CRISTO. UM IMAGINE PESSOAL DO MACRO ACONTECIMENTO
Do relato, o acontecimento, os factos e os personagens são reais. Os diálogos são imaginados.
Bem-vindos ao momento em que D. Dinis não só travou a lapidação ou a entrega a terceiros dos bens, materiais e de conhecimento, da extinta Ordem Templária e, através dela, fundou a Ordem de Cristo.
Fonte da Imagem: Mapa-Puzzle da autoria de Susana Cipriano.
A CARTOGRAFIA E O MAPA-HEMISFÉRICO DE HENRICUS HONDIUS
O centro do singelo ensaio sobre a Cartografia na História, a caracterização geopolítica e a cultura dos povos do mundo, em meados do século XVIII, é o Mapa da autoria do cartógrafo e editor holandês Henricus Hondius (1597-1651).
Datado de 1639, analisaremos o Mapa com merecido detalhe.
Fonte da Imagem: Óscar Lousada.
CARLINHOS DA SÉ – ICÓNICA PERSONAGEM DE BRAGANÇA!
O Carlinhos foi uma das personagens mais carismáticas da cidade de Bragança. Como tinha poiso certo pela Praça da Sé, era tratado por Carlinhos da Sé. Não havia ninguém que não conhecesse aquela figura de homem de média estatura e corpo magro, cabelo à escovinha e barba mal escanhoada, com esguio bigodito a espreitar pelos cantos da boca. Tinha uma cara de franzina inocência, um olhar de malandreco, uma voz sibilina e uma língua afiada. Era, basicamente, um solitário que se deleitava com o movimento quotidiano da urbe.
Retalhos de uma vida, contada por quem o conheceu e com a família conviveu … no Bairro!
Fonte da Imagem: Museu Ferroviário de Bragança. Foto Abílio Lousada.
ABÍLIO BEÇA E O COMBOIO EM BRAGANÇA
A Linha do Tua, jóia dos caminhos-de-ferro portugueses, obedeceu a duas fases de construção: Tua-Mirandela, inaugurada em 27 de Setembro de 1887 e que contou com a presença do rei D. Luís; Mirandela-Bragança, aberto à circulação em 1 de Dezembro de 1906. A ligação a Bragança deve-se ao suor e labor, junto do poder central, do Conselheiro Abílio Beça.
A linha foi desactivada em 2012, imperando a ausência de sensibilidade e visão estratégica de futuro dos poderes públicos, anulando as potencialidades de a Linha do Tua ser a mais selvagem, aprazível e turística das vias férreas da Europa.
Fonte da Imagem: João José Brandão Ferreira, Em Nome da Pátria. Portugal, o Ultramar e a Guerra Justa
RECENSÃO CRÍTICA, Abílio Lousada
Fonte da Imagem: Marco Calhorda & Osvaldo Medina, COBRA. Operação Conacri. Tomo 2.
PREFÁCIO de Abílio Lousada
Fonte da Imagem: Aguarela de Roque Gameiro, Quadros da História Militar, 1917.
REAL EDIFÍCIO DE MAFRA. CONTEXTO DE EDIFICAÇÃO NO TEMPO DE D. JOÃO V
Foi por alvará de dezembro de 1711 que o rei D. João V, “por justos motivos e por especial devoção ao glorioso Santo António”, decidiu erguer, no sítio do Alto da Vela, em Mafra, um convento para habitação e oração dos frades capuchinhos da Arrábida.
Como as obras só iniciadas em 1717, quais foram, realmente, os justos motivos de João V para a construção do atual Real Edifício de Mafra (Basílica, Convento Palácio), património mundial da UNESCO desde 2019?
Fonte da Imagem: João Gouveia Monteiro, Nuno Álvares Pereira. Guerreiro, Senhor Feudal e Santo. Os Três Rostos do Condestável, Lisboa, Manuscrito, Novembro de 2017.
RECENSÃO DA OBRA, Abílio Lousada
Autoria da Imagem: Abílio Lousada
PAIOLIM MUSEOLÓGICO DO EXÉRCITO – Museu da Liga dos Combatentes
Inaugurado a 05 de Fevereiro de 2025, o Paiolim do Exército, instalado no Museu do Combatente, no Forte do Bom sucesso, foi renovado através de uma equipa coordenada pela Direcção de História e Cultura Militar do Exército.
Aos visitantes abre-se uma apelativa caminhada visual e explicativa pela História de Portugal através da senda do seu Exército!