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HORIZONTES DA HISTORIA
“A HISTÓRIA NÃO SE REPETE, MAS ÀS VEZES RIMA”

Mark Twain

O estudo da História constitui um dos mais poderosos meios de educação, perpectuando, através da sucessão de gerações, a demanda dos povos, permitindo a continuidade da acção de cada um na senda da sua missão histórica. Como ciência que é, a História tem a finalidade de conhecer para prever e provir.

História Universal e Histórias da História são temas macro deste conteúdo!

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Fonte da Imagem: 1001 Batles That Changed the Course oh History, R. G. Grant

SÉCULO DE MARTE. A GUERRA NA 1ª METADE DO SÉCULO XVII

Designado como o século de Marte, o século XVII Constituiu um período onde a guerra foi a «instituição dominante», marcando o ritmo da actividade dos Estados e das populações. De facto, escorados na força ideológica da Religião e sustentados na economia mercantilista, os príncipes fizeram as suas guerras de Estado, onde as questões dinásticas, a procura de poder e prestígio pessoal, o «jogo» das fronteiras naturais, a cobiça de recursos, a obsessão hegemónica ou a procura do equilíbrio de poderes levaram a guerra a todo o tecido social europeu, fazendo do continente e, por inerência, do mundo a ele ligado, um imenso campo de batalha. Guerra que se desenrolou tanto entre entidades estatais soberanas, como no interior dos próprios Estados.

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Fonte da Imagem: EscritosCatolicos

A IGREJA INSTITUIÇÃO REGULADORA DA GUERRA MEDIEVA. O PROTAGONISMO DE BERNARDO DE CLARAVAL

Monge da ordem religiosa de Cister, abade de Claraval, mariano, santo, Doutor da Igreja Católica e «ideólogo» político da cristandade feudal, BERNARDO DE CLARAVAL (1090-1153) foi o homem mais influente do seu tempo, renovando a espiritualidade ocidental através da pregação (sendo uma voz muito escutada), dos escritos (das obras mais lidas, imprimidas e estudadas do Catolicismo) e através dos seus milagres (é considerado o maior taumaturgo religioso). E foi também, para o tema em apreço, um dos grandes impulsionadores do controlo da guerra medieval pela Igreja, o «patrono» da ordem religiosa e militar do Templo, um paladino contra as seitas heréticas do Sul de França e um impulsionador da guerra contra o infiel maometano, da qual beneficiaria D. Afonso Henriques no processo de reconquista da Terra Portucalense.

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Fonte da Imagem: Abílio Lousada.

GRUNWALD 15 de Julho de 1410. A GRANDE BATALHA ESQUECIDA

A 15 de Julho de 1410, travou-se na Prússia Oriental uma das mais mortíferas e decisivas batalhas da História Medieval. Opondo a Ordem da Cavalaria Teutónica ao reino Polaco-Lituano, o desenlace resultou na emergência deste como grande referência político-estratégica na Europa de Leste e o princípio do fim da proeminência daquela no seio da cristandade germânica!

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Fonte da Imagem: 1001 Battles That Changed The Course Of History, R. G. Grant.

A 1.ª GUERRA MUNDIAL E A TRANSFORMAÇÃO DOS ASSUNTOS DA GUERRA

A Primeira Guerra Mundial deflagrou em 28 de julho de 1914, com a declaração de guerra da Áustria-Hungria à Sérvia, e terminou em 11 de novembro de 1918, com a assinatura do armistício pela Alemanha. Foram cerca de quatro anos e quatro meses de uma guerra generalizada que varreu sobretudo o continente o europeu, passou por África e pela Ásia, marcou presença nos oceanos Atlântico, Índico e Pacífico e em mares interiores como o Mediterrâneo e o Arábico. Trata-se de uma guerra que mobilizou contingentes militares dos cinco continentes e que, no final, resultou em cerca de 10 milhões de mortos e quase o dobro de feridos e desaparecidos, 80% dos quais militares

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Fonte da Imagem: Abílio Lousada

MEIO SÉCULO DE INDEPENDÊNCIAS 1960-2010. AS FRONTEIRAS AFRICANAS

A Geografia gera poder e é, por definição, a ciência das fronteiras. Em África, definidas e redifinidas ao longo do processo histórico, ela condiciona, quantas vezes, comportamentos, em vez de impor desejáveis soluções. O Estado moderno em África tem de ser construído a partir da realidade existente, onde a sensibilidade relativa às questões de fronteira tem de ser tratada na base da cooperação assente na confiança mútua e, de preferência, através da tutela de uma instância supra estatal, como é a União Africana.

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Fonte da Imagem: National Geographic

POR UMA PALESTINA JUDAICA E ÁRABE? EQUÍVOCOS HISTÓRICOS!

Onde está a génese deste status belli sem quartel, mecha que arde continuadamente há décadas? Damos a resposta, sem hesitações: Tratado de Versalhes de 1919 e as tomadas de decisão do Reino Unido (RU). Vencedores da 1.ª Guerra Mundial (1914-1918), a par da França e dos EUA, contra os impérios da Alemanha, Áustria-Hungria e Turco Otomano, traíram a confiança de Judeus e Árabes de uma pátria para os dois povos na Palestina. Agora …

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Fonte da Imagem: Vicio da Poesia

A GUERRA DO PELOPONESO, DE TUCÍDIES

 

A «História da Guerra do Peloponeso» é um clássico da historiografia e um tratado de Ciência Política e compêndio de Relações Internacionais, cuja acuidade mantém uma interessante actualidade. Perceber o mundo Helénico desse longínquo espaço temporal de 500 aC., nos diversos campos do ser e do saber grego (político, militar, social, económico e cultural), impele à obrigatoriedade de ler a obra, que conhecemos através da história vertida pelo ateniense Tucídides, que nela participou.

 

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Fonte da Imagem: Conhecimento Científico

AS FRONTEIRAS. DIVERSIDADE E DINÂMICA

 

As fronteiras encerram desde tempos ancestrais uma tangibilidade, efectiva ou percebida, através da qual os povos se concentram num dado ‘pedaço’ de terra. Terra essa que enforma o meio pátrio, pelo qual os Estados e os homens derramam sangue de forma denodada, seja para o defender ou acrescentar.

Como factor central da Geopolítica, porquanto está intimamente ligada à definição dos estados, ao poder e às relações que variam da cooperação à acomodação, observamos as fronteiras no âmbito da sua importância relacional com o território que envolvem, as populações que inserem e os recursos cuja delimitação permitem.

 

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Fonte da Imagem: Rede Angola

TIPOLOGIA DOS CONFLITOS EM ÁFRICA

 

África conheceu algumas das mais longas e mortíferas guerras do século XX, nomeadamente guerras de libertação que se transformaram em guerras civis intermináveis, guerras civis que originaram ódios étnicos profundos, ou ódios étnicos que fizeram de África um continente em guerra permanente, com matrizes também inter estatais. O facto é que durante anos a fio, África e guerra foram quase sinónimos.

 

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Fonte da Imagem: Illustrated History of World War II. Ian Beckett, 1988.

Illustrated History of World War II. Ian Beckett, 1988

 

Desencadeados a 6 de Junho de 1944, no contexto da 2.ª Guerra Mundial, os desembarques na Normandia – Dia D/Operação Overlord – e as acções militares subsequentes representam a maior e mais bem-sucedida operação militar conjunta e combinada da História. Contriubuiu decisivamente para traçar o destino da Alemanha Nazi.


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Fonte da Imagem: Guerrilheiros Timorenses. F-FDTL

TIMOR-LESTE 1975-1999: DESCOLONIZAÇÃO PORTUGUESA, OCUPAÇÃO INDONÉSIA E LUTA ARMADA TIMORENSE

 

Timor-Leste, ‘parente pobre’ do desastroso processo da Descolonização de 1974-75, era uma preocupação menor, que não tinha sido fustigado pelos ventos da guerra e estava demasiado longe. Em verdade, a descolonização de Timor-Leste não foi planeada e decorreu plasmada nas ondas de choque da conjuntura revolucionária da política de Lisboa. Que conseguiu o ‘facto notável’ de intoxicar com o marxismo as populações auctótones e colocar o pacato território a ferro-e-fogo, à mercê da invasão e da brutal ocupação da Indonésia!

 

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