
A História das Instituições Militares funde-se com o Estado-Nação e o Mundo Português assentou no feito de armas do «Portugal militar».
Se Portugal é obra de estadistas e diplomatas, de religiosos e pensadores, de comerciantes e aventureiros ou de agricultores e pescadores, também o é de soldados e de marinheiros, que guerrearam e marearam; no Continente, na savana africana ou no sertão sul-americano, nos mares interiores ou nos grandes oceanos.
Fonte da Imagem: Acácio Lino, Assembleia da República.
BATALHA DE SÃO MAMEDE – ANTECÂMARA DA PÁTRIA PORTUGUESA
A vitória dos Portucalense em São Mamede afastou D. Teresa da governação, anulou a influência galega dos Trava e colocou o príncipe D. Afonso Henriques à frente dos destinos da terra. 1128 é o ano um de Portugal!
Fonte da Imagem: Revista Portuguesa de História Militar
«INÍCIO DA GUERRA DE ÁFRICA, 1961-1965»
Edição N.º 1, Dezembro de 2021.
Direcção Abílio Lousada & Humberto Nuno de Oliveira
Editor Comissão Portuguesa de História Militar / MDN
Fonte da Imagem: Revista Portuguesa de História Militar
«DA FUNDAÇÃO À EXPANSÃO (Séculos XII-XVI)»
Edição N.º 2, Junho de 2022.
Direcção Abílio Lousada & Humberto Nuno de Oliveira
Editor Comissão Portuguesa de História Militar / MDN
Fonte da Imagem: Do original do painél de azulejos da Estação de São Bento, Porto.
O APARELHO MILITAR PORTUGUÊS NO CONTEXTO DA CONQUISTA DE CEUTA E A TRANSFORMAÇÃO DOS ASSUNTOS DA GUERRA NO SÉCULO XV
A conquista de Ceuta acontece no início do século XV, marca temporal de uma nova era da História e da utilização dos meios de coação militares, com a utilização da pólvora nos campos de batalha a constituir a maior transformação/inovação dos assuntos da guerra.
Este ensaio evoca os 600 anos da conquista de Ceuta, lembrando os acontecimentos ocorridos nos idos de 21 de agosto de 1415, percorrendo, à anteriori, o aparelho militar que viabilizou o empreendimento e focando os momentos subsequentes pós Ceuta enquanto representatividade político-militar desse Portugal de quatrocentos.
Fonte da Imagem: Monarquia Portuguesa
A ACLAMAÇÃO DE 1640. O RACIOCÍNIO DOS RESTAURADORES
Em 1640, Portugal apresentava-se como um Reino dependente e controlado politicamente pelos agentes nomeados a partir do Escorial, neutralizado militarmente pelos tercios castelhanos, amordaçado socialmente pelo «braço» tentacular do Santo Ofício e tributado excessivamente pelos «publicanos» de Madrid. Os filipes reinavam há sessenta anos uma Península Ibérica unipolar, detinham uma máquina militar imparável e eram senhores de um império onde o sol nunca se punha.
Mas existiam problemas que se avolumavam no seio da Monarquia Hispânica, envolvida em guerras generalizadas na Europa, com destaque para a dos Trinta Anos e o confronto com a França. A Extremadura estava exaurida, Aragão proclamava a pobreza existente, Castela sentia crescentes dificuldades em «alimentar» a dinâmica imperial, a Catalunha estava em fase pré insurreccional e em Portugal era impossível disfarçar a insatisfação generalizada.
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Fonte da Imagem: Wikimedia
AS FRONTEIRAS DO IMPÉRIO. PORTUGAL E A OPÇÃO AFRICANA
A opção africana e a definição das fronteiras do viria a ser o III Império Português centra-se na demanda do século XIX e inícios do XX. Uma epopeia caracterizada por um intenso debate interno, com vista a orientar a Nação para o devir imperial, por uma frenética actividade diplomática destinada a garantir os direitos de posse territoriais e por uma continuada e, por vezes, violenta actuação militar para os sustentar.
Fonte da Imagem: Aguarela Roque Gameiro, Quadros da História de Portugal, 1917.
BATALHA DO BUÇACO. UMA ANÁLISE OPERACIONAL
Travada no contexto da 3.ª invasão francesa comandada por Massena, a 27 de Setembro de 1810, a Batalha do Buçaco constitui-se como uma das mais emblemáticas da Guerra Peninsular e a última grande batalha de cariz internacional travada em território português.
Apesar de não ter sido conclusiva, revelou-se determinante na medida em que recobrou o moral dos soldados aliados abalado com o ‘episódio Almeida’ e quebrou o ímpeto da progressão francesa e da audácia do seu comandante em território português. O articulado das linhas defensivas erguidas a Norte de Lisboa faria o resto.
Fonte da Imagem: Wikipedia
A DINÂMICA GEOPOLÍTICA DE PORTUGAL. A DEFINIÇÃO DE FRONTEIRAS DO MAIS ANTIGO ESTADO-NAÇÃO DA EUROPA
Com quase 900 anos de existência, Portugal é um Estado-Nação reconhecido desde 1297. A partir do século XV iniciou a Expansão além-fronteiras, projectando-se para o mar Mediterrâneo, sulcou o Atlântico e o Índico, percorrendo a costa Ocidental e Oriental de África, chegou à Índia e edificou o Império do Oriente, abalançou-se para o Pacífico e instalou-se e ampliou o território brasileiro. Ou seja, fomentou as fronteiras da Portugalidade. Uma longa circunferência planetária que trouxe os portugueses de regresso às origens a partir da independência do Brasil, em 1822, das independências africanas, em 1974-1975, da entrega de Macau à China, em 1999, e a emancipação de Timor-Leste, em 2002.
Fonte da Imagem: Cernache do Bonjardim. Foto Abílio Lousada
D. NUNO ÁLVARES PEREIRA – COMANDANTE MILITAR
Ícone Português, o tempo de D. Nuno Álvares Pereira fechou o ciclo fundacional da Nação portuguesa, um espaço temporal de dois decénios firmado pela espada e pela cruz e que tem no Condestável que foi e no Santo que é a simbiose perfeita do Estado-Nação que somos! Realmente, a sua vida e obra calam fundo no imaginário português, para quem o Homem é um modelo de virtudes, o militar um «saber de experiência feito» e o Santo a exaltação espiritual de um humilde.
Fonte da Imagem: Assembleia da República. Foto Abílio Lousada
CINCO BATALHAS QUE DEFINIRAM A IDENTIDADE DE PORTUGAL!
Este ensaio, de cariz histórico-militar e centrado nas raízes fundacionais da identidade portuguesa enquanto Estado-Nação, define cinco acontecimentos enquanto traves-mestras do ser e sentir português. Para o efeito, apresentamos: 1) Ourique (1139) como «motor mítico» da fundação do Estado Português; 2) Aljubarrota (1385) enquanto momento de consolidação da nacionalidade; 3) Diu (1509) como afirmação do Império do Oriente; 4) Guararapes (1648), que com a reconquista de Luanda permite presença consolidada no Atlântico Sul; 5) Montes Claros (1665) e a recuperação de soberania e o retomar de um passado-futuro.
Fonte da Imagem: Adaptado de Diário de Notícias.
A ESTRATÉGIA DE PORTUGAL FACE AOS CONFLITOS MILITARES INTERNACIONAIS (1640-1945)
São seis os conflitos militares internacionais abordados: 1) Guerras Generalizadas da Europa do Século XVII; 2) Guerra da Sucessão de Espanha; 3) Guerra dos Sete Anos; 4) Guerras da Revolução; 5) 1.ª Guerra Mundial; 6) 2.ª Guerra Mundial.
Guerras generalizadas europeias com as quais Portugal foi obrigado a lidar política e militarmente. Guerras em que o Estado Português teve de definir objetivos, se viu perante a necessidade (e algumas vezes urgência) em definir a atitude a tomar, delimitar o seu campo de ação espacial, identificar as ameaças/alianças ou escolher entre o espaço atlântico e o europeu.
Fonte da Imagem: Aguarela de Roque Gameiro, Quadros da História Militar, 1917.
INVASÕES FRANCESAS. A ACTUAÇÃO DAS MILÍCIAS E O LEVANTAMENTO EM ARMAS DOS CAMPONESES DE PORTUGAL
Entre 1801 e 1812, Portugal foi sujeito a cinco Invasões: a de 1801, apesar de ser materializada militarmente pela Espanha, contou com o ‘patrocínio’ político e o apoio militar da França; em 1807, a invasão foi franco-hispânica e teve em Junot ‘o comandante de serviço’; as de 1809, 1810 e 1812 foram exclusivamente francesas, contando com Soult, Masséna e Marmont como chefes militares, respectivamente.
A nossa análise da Guerra Peninsular incidirá sobre a conduta militar irregular das gentes lusitanas, sem pretensões de coartar as virtudes imprescindíveis da tropa de linha nacional e do exército anglo-luso, porque inegável. Simplesmente pretendemos completar a realidade militar dos factos.
Fonte da Imagem: Revista Portuguesa de História Militar
«O BRASIL NA HISTÓRIA MILITAR DE PORTUGAL (1500-1822)»
Edição N.º 3, Dezembro de 2023.
Direcção Abílio Lousada & Humberto Nuno de Oliveira
Editor Comissão Portuguesa de História Militar / MDN
Fonte da Imagem: Revista Portuguesa de História Militar
«PORTUGAL NO CONTEXTO DA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL, 1939-1945»
Edição N.º 4, Junho de 2023.
Direcção Abílio Lousada & Humberto Nuno de Oliveira
Editor Comissão Portuguesa de História Militar / MDN
Fonte da Imagem: Revista Portuguesa de História Militar
«GÉNESE DO IMPÉRIO PORTUGUÊS DO ORIENTE»
Edição N.º 5, Dezemnbro de 2023.
Direcção Abílio Lousada & Humberto Nuno de Oliveira
Editor Comissão Portuguesa de História Militar / MDN
Fonte da Imagem: Fress
D. JOÃO V – MEDIDA RÉGIA EM PORTUGAL E NO MUNDO
D. João V, rei cioso da boa governação, temente a Deus e generoso com os súbditos, estadista de referência na Europa do seu tempo, majestático no incentivo e proteção das artes, ciências e letras. O reinado joanino recolocou Portugal no mapa, onde a condução pessoal da governação (bem-estar), a garantia da paz e a poupança do sangue dos súbditos (segurança) e o prestígio do reino no contexto internacional foram o bem a preservar.
Fonte da Imagem: Museu Militar de Lisboa
BATALHA DE LA LYS – O INFERNO DA 2.ª DIVISÃO PORTUGUESA
La Lys é uma das mais icónicas e controversas batalhas da História Política e Militar Portuguesa, momento culminante da participação no teatro europeu da 1.ª Guerra Mundial. A conduta operacional do Corpo Expedicionário Português (CEP) na Flandres deixou claro que quando a intenção política de um Estado não é convergente com a sua capacidade estratégica os resultados podem ser (como foram) politicamente humilhantes e militarmente pouco dignificantes.
Este texto analisa o contexto político-estratégico da participação de Portugal na Grande Guerra e, em pormenor, o operacional e táctico do inferno vivido na Batalha de La Lys, travada contra os alemães na Flandres, em 09 de Abril de 1918.
Fonte da Imagem: Postal do Museu Militar do Porto.
SOLDADO ‘MILHÕES’ – ÍCONE MILITAR DA GRANDE GUERRA
Aníbal Augusto Milhais, combatente da 1.ª Guerra Mundial no Teatro Europeu da Flandres, ficou para a História como o Soldado Milhões. Ícone da presença militar portuguesa na Grande Guerra e o combatente mais reconhecido pelas gerações vindouras, com uma história que deambula entre a realidade e o mito, distinguiu-se por atos de bravura e generosidade e é o lídimo representante dos muitos soldados que deram tudo pela Pátria.
Fonte da Imagem: MNAA, Invenção da Glória. D. Afonso V e as Tapeçarias de Pastrana, 2010.
AS TAPEÇARIAS DE PASTRANA NO CONTEXTO DAS CONQUISTAS DE ARZILA E TÂNGER POR D. AFONSO V
As Tapeçarias de Pastrana, notável acervo artístico, representam e legam para a posteridade o feito de armas de D. Afonso V na conquista de Arzila e tomada de Tânger. São quatro tapeçarias (4 metros de altura por 10 metros de largura) que, para além da arte flamenga típica da época, mostra em detalhe e de forma sequencial a conquista de Arzila em três tempos/tapeçarias e a tomada de Tânger, na quarta tapeçaria.
É através da sequência observada no acervo artístico e do detalhe político e técnico-militar explícito em cada uma das ‘peças’ que nos propomos em 1471.
Fonte da Imagem: Sensos
O PRONUNCIAMENTO MILITAR DE SANTO OVÍDIO. O 24 DE AGOSTO DE 1820 E A RUTURA DA ORDEM POLÍTICA DO ANTIGO REGIME EM PORTUGAL
No seguimento de uma conspiração urdida e planeada pelo Sinédrio, associação secreta de cariz maçónica, a 24 de agosto de 1820 ocorreu um Pronunciamento militar no Porto, contra a presença militar britânica em Portugal e pela dignificação castrense, orientado por oficiais de «alta patente» do Exército. O sucesso do Pronunciamento a Norte alastrou depois a Lisboa. O Liberalismo implantou-se, o rei D. João VI foi obrigado a regressar do Brasil e a anarquia instalou-se.
Fonte da Imagem: John Simpson. Wikimedia.
MARECHAL-DUQUE DE SALDANHA
Saldanha é a figura mais marcante do seu tempo. Militarmente, fez uma carreira fulgurante que o guindou ao generalato com apenas 27 anos, tendo participado na Guerra Peninsular contra os franceses, no Brasil para travar insurreições internas, nas duas guerras civis ocorridas em território continental e em revoltas militares contra o sistema político vigente. Algumas das suas atuações são decisivas. Quando não está nos campos de batalhas, assume o palco da política, chefiando amiúde a governação do país, onde a inabilidade e o egocentrismo são uma evidência.
Fonte da Imagem: Le Monde Illustré, 1870.
A REGENERAÇÃO. PRONUNCIONAMENTO DE 24 DE ABRIL DE 1851
O pronunciamento de 1851, tentado em Lisboa, singrou a partir do levantamento militar das unidades da Divisão do Porto, validando a vontade de Saldanha, que intimou os seus pares a “acabar com o despotismo e a impedir que continuasse o «roubo e a concussão»”. O sucesso, praticamente isento de resistência, punha termo a 70 anos de instabilidade governativa, revoluções e contra-revoluções sistémicas e à paralisia das instituições. Iniciava-se a Regeneração.
Fonte da Imagem: EPI, 125 Anos a Moldar o Futuro, 2012.
O EXÉRCITO PORTUGUÊS NA TRANSIÇÃO DA MONARQUIA PARA A REPÚBLICA
A conjuntura verificada em Portugal ao longo do século XIX, e que conhece o seu epílogo com a implantação da República em 5 de Outubro de 1910, foi extraordinariamente complexa e instável. A República implantou-se e, com ela, jurou-se a Constituição de 1911. Segue-se a participação de Portugal na 1.ª Guerra Mundial, nos teatros da África e no europeu e, em consequência, a anarquia sociopolítica, que desembocaria na Ditadura militar de 1928.
Instituição charneira e de referência nacional, qual o status do Exército em cada ‘momento’?
Fonte da Imagem: Ilustração Portugueza D’ O Seculo.
MACHADO SANTOS – HERÓI PROSCRITO DA REPÚBLICA
A implantação da República, a 5 de Outubro de 1910, tem a marca decisiva do Comissário Naval Machado Santos, o ‘revolucionário’ que, a partir da Rotunda, abateu o Regime Monárquico. Na realidade, olhando para o seu perfil, nele se conjugam todas as características que combateram os Bragança: republicano, maçom, carbonário e oficial de Marinha. A falta de pedigree militar e o seu continuado pendor revolucionário tornaram-no um furúnculo para a República que fundou.
Fonte da Imagem: Jorge d’Abreu, a Revolução Portuguesa. O 5 de Outubro.
A QUEDA DA MONARQUIA – O COMBATE DE LISBOA DE 4-5 DE OUTUBRO DE 1910
Em 5 de Outubro de 1910 a Monarquia foi derrubada através de uma acção de força desencadeada por elementos afectos ao ideal republicano. A acção teve Lisboa como palco das operações, ocorrendo a decisão do confronto entre as forças monárquicas e as republicanas no eixo Rotunda-Rossio-Terreiro do Paço.
Atendendo ao diferencial de forças presentes na contenda, claramente favoráveis à Monarquia, impõem-se duas questões: como e porque soçobrou a Monarquia?
Fonte da Imagem: Museu da Presidência da República
GOMES DA COSTA – O GENERAL DA FLANDRES E DO 28 DE MAIO
A biografia institucional de Gomes da Costa surge indelevelmente destacada em dois momentos: como comandante da 2.ª Divisão do Corpo de Exército português na Batalha de La Lys, a 9 de abril de 1918, e enquanto face visível da revolta militar iniciada em Braga, a 28 de Maio de 1926, que substituiu a 1ª República pela Ditadura Militar. Em ambos os casos, a sua atuação é sui generis.
Fonte da Imagem: J. H. Saraiva, História de Portugal, Vol. 9.
REVOLTA MILITAR DE 28 DE MAIO DE 1926
O 28 de Maio foi um Pronunciamento Militar que durou dois meses e contou com a participação exclusiva de militares. Culminou uma relação conflituosa da República com o Exército, a Marinha e a Igreja Católica, agravada com a participação no teatro europeu da Grande Guerra e a anarquia sócio-política do regime parlamentar republicano.
Fonte da Imagem: Revista Portuguesa de História Militar
«25 DE ABRIL DE 1974. OPERAÇÕES MILITARES»
Edição N.º 6, Junho de 2024.
Direcção Abílio Lousada & Humberto Nuno de Oliveira
Editor Comissão Portuguesa de História Militar / MDN
Fonte da Imagem: Revista Portuguesa de História Militar
«O REINADO DE D. SEBASTIÃO, A ‘PERDA DE INDEPENDÊNCIA’ E O PERÍODO FILIPINO»
Edição N.º 7, Dezembro de 2024.
Direcção Abílio Lousada & Humberto Nuno de Oliveira
Editor Comissão Portuguesa de História Militar / MDN
Fonte da Imagem: Revista Portuguesa de História Militar
«RESTAURAÇÃO PORTUGUESA (1640-1668)»
Edição N.º 8, Junho de 2025.
Direcção Abílio Lousada & Humberto Nuno de Oliveira
Editor Comissão Portuguesa de História Militar / MDN
Fonte da Imagem: Batalha do Montijo, 1644. BNP.
SERVIÇO DE SAÚDE NA GUERRA DA RESTAURAÇÃO
As vicissitudes e a permanência da guerra pela Aclamação de D. João IV como rei de Portugal (164-1668) exigiram a organização de um serviço de saúde capaz de minorar os efeitos devastadores sofridos pelos combatentes.
À medida que os enfermos e os mutilados de guerra engrossaram, mostrando a impotência das Misericórdias para lhes fazer face, e se percebeu que o combatente era um bem inestimável e finito, decidiu-se também a criação de hospitais especificamente vocacionados para tratar militares
Fonte da Imagem: Estátua equestre do Brigadeiro Francisco da Silveira, Chaves. Foto autor.
A INVASÃO DE SOULT E A RECONQUISTA DE CHAVES AOS FRANCESES 1809
A CAMPANHA DE FRANCISCO DA SILVEIRA
A Reconquista de Chaves aos franceses, ocorrida em Março de 1809, é um episódio da Guerra Peninsular, mas um acontecimento relevante quando o tema é a 2.ª Invasão Francesa. A ocupação de Chaves pelo Marechal Soult e as operações militares desenvolvidas pelo Brigadeiro Francisco da Silveira, que conduziram à sua reconquista, são o ponto central da abordagem, acompanhando ‘o jogo’ táctico dos dois comandantes.
Fonte da Imagem: Revista Portuguesa de História de Portugal
«DA RETIRADA MILITAR DO ULTRAMAR AO 25 DE NOVEMBRO DE 1975»
Edição N.º 9, Dezebro de 2025.
Direcção Abílio Lousada & Humberto Nuno de Oliveira
Editor Comissão Portuguesa de História Militar / MDN